Hércules Pereira

Hércules Pereira

SQL Server database technical leader

São Paulo, Brazil

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Apaixonado por tecnologia e suas soluções, formado em Técnico de Informática para Internet e Tecnólogo em Banco de Dados pela FATEC de São José dos Campos. Nos últimos anos, dedicou-se à administração de servidores SQL Server, abrangendo desde a instalação de instâncias standalone, otimizações de queries SQL até projetos complexos migrações, upgrades e melhorias. Possui conhecimentos técnicos em High Availability and Disaster Recovery (HADR), utilizando tecnologias como Failover Cluster Instances (FCI), Availability Groups (AG), Log Shipping e Data Replication. Experiência em Cloud Computing na AWS, Azure e Google com foco em administração e migrações online ou offline por meio de estratégias como Rehosting e Replatforming voltado para serviços de dados em ambientes IaaS, PaaS e SaaS.

Area of Expertise

  • Information & Communications Technology
  • Physical & Life Sciences

Topics

  • Database and Cloud
  • Database Administration
  • Database Development
  • Databases
  • AWS Databases
  • Azure SQL Database
  • Database Performance
  • Microsoft (Azure) Databases

RAG no SQL Server: o que muda quando a IA entra no banco de dados?

RAG (Retrieval-Augmented Generation) ficou famoso como o “motor” por trás de chatbots com base de conhecimento, mas o pulo do gato é que RAG é um padrão de recuperação + contexto e isso abre espaço para resolver dores bem “raiz” de banco relacional, como buscas imprecisas e a descoberta de registros “parecidos”.

A ideia é mostrar como trazer conceitos de IA para perto do dado e por que isso muda o jogo: em vez de depender de pesquisas puramente literais (que exigem termos exatos), disponíveis no SQL Server 2025, você passa a usar busca por similaridade (semântica), recupera os registros mais relevantes e utiliza esse material como contexto para gerar uma resposta, recomendação ou automação com mais precisão, velocidade, consistência e utilidade no dia a dia.

RAG no SQL Server: O que muda quando a IA entra no banco de dados

RAG (Retrieval-Augmented Generation) ficou famoso como o “motor” por trás de chatbots com base de conhecimento, mas o pulo do gato é que RAG é um padrão de recuperação + contexto e isso abre espaço para resolver dores bem “raiz” de banco relacional, como buscas imprecisas e a descoberta de registros “parecidos”.

A ideia é mostrar como trazer conceitos de IA para perto do dado e por que isso muda o jogo: em vez de depender de pesquisas puramente literais (que exigem termos exatos), disponíveis no SQL Server 2025, você passa a usar busca por similaridade (semântica), recupera os registros mais relevantes e utiliza esse material como contexto para gerar uma resposta, recomendação ou automação com mais precisão, velocidade, consistência e utilidade no dia a dia.

RAG no SQL Server: o que muda quando a IA entra no banco de dados?

RAG (Retrieval-Augmented Generation) ficou famoso como o “motor” por trás de chatbots com base de conhecimento, mas o pulo do gato é que RAG é um padrão de recuperação + contexto e isso abre espaço para resolver dores bem “raiz” de banco relacional, como buscas imprecisas e a descoberta de registros “parecidos”.

A ideia é mostrar como trazer conceitos de IA para perto do dados e por que isso muda o jogo: em vez de depender de pesquisas puramente literais (que exigem termos exatos), disponíveis no SQL Server 2025, você passa a usar busca por similaridade (semântica), recupera os registros mais relevantes e utiliza esse material como contexto para gerar uma resposta, recomendação ou automação com mais precisão, velocidade, consistência e utilidade no dia a dia.

Database Watcher: Um novo olhar para o monitoramento do Azure SQL

O monitoramento de ambientes no Azure SQL sempre foi um desafio, principalmente quando pensamos em escalabilidade, visibilidade centralizada e custos. Com a descontinuação do SQL Insights, a Microsoft apresentou o Database Watcher, uma solução moderna que simplifica a coleta de dados e traz uma visão quase em tempo real da performance e da saúde dos recursos. Nesta palestra, será apresentado como o Database Watcher funciona de forma descomplicada, sem a necessidade de agentes ou máquinas virtuais, utilizando DMVs para capturar métricas detalhadas e integrando-as a plataformas como o Azure Data Explorer ou o Microsoft Fabric Real-Time Analytics. Além disso, vamos explorar os principais diferenciais do serviço, como dashboards prontos e customizáveis no Azure Workbooks, alertas integrados ao Azure Monitor, autenticação segura via Entra ID ou Key Vault, conectividade privada com Private Link e um modelo de custos previsível. O objetivo é mostrar na prática como o Database Watcher oferece um novo olhar para o monitoramento do Azure SQL, garantindo mais eficiência, segurança e governança para DBAs, engenheiros de dados e arquitetos que precisam gerenciar ambientes em escala.

Estratégias eficazes de migração para Azure SQL Managed Instance

A migração para o Azure Managed Instance é essencial para organizações que buscam modernizar suas infraestruturas de dados. É importante compreender as abordagens disponíveis, tanto online quanto offline, como backup/restore, BACPAC, além de ferramentas como Data Migration Assistant (DMA) e Azure SQL Migration Service (DMS).
A exploração de estratégias online, como Log Replay Service (LRS), Replicação Transacional, Managed Instance Links e o uso da extensão Azure SQL Migration do Data Studio permitem migrações com mínima interrupção além de facilitar o processo. Discutir essas opções ajudará profissionais de TI a identificar as melhores práticas para suas necessidades de migração.

Ferramentas de Monitoramento no Azure SQL

Serão abordados algumas das principais ferramentas de monitoramento no Azure SQL com exemplo práticas de casos de usos e laboratórios:
Azure SQL (Resumo);
Command Line;
Azure Monitor;
Azure Monitor Alerts;
Diagnostic settings;
Log Analytics;
Log queries e Kusto Query Language (KQL);
Query Performance Insight;
Azure Service Health;
Resource Health.

Administrando Azure SQL DB em escala através de ARM templates

A administração de ambientes de banco de dados (PaaS) em cloud se torna cada vez mais complexo quando existe dezenas, centenas de banco de dados. A utilização do portal do Azure acaba se tornando ineficiente conforme a quantidade de recursos, o que acaba sendo necessário a utilização de métodos de implementações (deploy) mais ágeis, como uma linguagem declarativa e/ou imperativa, por exemplo através do ARM templates que facilita a implementação/alteração de recursos em larga escala ainda mais quando combinada com outras linguagens como o PowerShell. A palestra tem o intuito de apresentar algumas das maneiras ágeis da utilização do ARM templates combinando com o PowerShell no contexto de administração do Azure SQL.

Hércules Pereira

SQL Server database technical leader

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