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Roberto Slomka

Roberto Slomka

Analista de Sistemas da Divisão de Clima e Cultura Organizacional no Serpro

Salvador, Brazil

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Analista de Sistemas, formado Administrador de Empresas com ênfase em AS. Especialista em Qualidade de Software, com 40 anos de carreira na área de TIC atuando em diversos papéis.

Especialista em Tecnologias na Aprendizagem, praticante e estudioso da heutagogia (auto-aprendizagem), do e-learning e do desenvolvimento pessoal e profissional, com foco em soft skills necessárias à cultura ágil desde 2015. Concluindo especialização em Projetos Sociais e Políticas Públicas.

No Serpro desde 2006. Trabalhou com Garantia da Qualidade, melhoria contínua de processos, sendo professor convidado da pós-graduação em Qualidade de Software da Unisinos de 2011 a 2015.

Atua desde 2019 com cultura organizacional, inicialmente no time Cultura Dides, cuja missão é apoiar a propagação e engajamento na cultura ágil no âmbito da Diretoria de Desenvolvimento de Soluções (DIDES) do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), a partir de maio de 2024 integrando o Departamento de Cultura Organizacional. da Superintendência de Educação, Pessoas e Talentos, na Diretoria de Pessoas, com o desafio de modelar a segmentação dos processos de Cultura Organizacional tanto em termos regionais como nas diversas diretorias.

Autor, ator, cantor (em vias de se tornar produtor musical), e facilitador de debates e painéis. Pai de quatro filhos. Metódico e bem-humorado. Às vezes não. Cri-cri-cri, sempre: crítico, criterioso e criativo. Não cabe em caixa, recomenda-se nem tentar.

Area of Expertise

  • Business & Management
  • Government, Social Sector & Education
  • Information & Communications Technology

Topics

  • Organizational Culture
  • agile culture
  • Organizational Transformation
  • Teams and Organizations
  • Human Resources

Um Framework para a Transformação Ágil na Cultura da Diretoria de Desenvolvimento (DIDES) do Serpro

O relato da construção de um framework prático para a abordagem em demandas de ação sobre a cultura organizacional, desenvolvido pelo time responsável pelo apoio a propagação e engajamento na cultura ágil no âmbito da Diretoria de Desenvolvimento de Soluções (DIDES) do Serviço Federal de Processamento de Dados.
Um time diminuto, de quatro a seis pessoas, com habilidades especiais em comum, essenciais para a produção de valor agregado multiplicador, buscando a transformação de atitudes e resultados, num universo de dois mil profissionais da engenharia de software, em um contexto de alto nível de controle e demanda de serviço, o que significa também baixa disponibilidade do público alvo.
No enfrentamento desse desafio foram feitas descobertas e surgiram insights que, sustentados nas habilidades comuns e diversificado nas individuais, foram configurando um framework, um conjunto de cinco fatores norteadores do planejamento e ação, abstraídos do conceito clássico de cultura proposto por Edward Tylor.
A proposta é compartilhar a experiência vivida em dezoito meses de trabalho, relatar como foi importante essa experiência a partir da pandemia de Covid-19 e apresentar os resultados.

O Time - Storytelling Engajando Times Ágeis na Gestão de Riscos no Serpro

A demanda recebida era trazer para o cotidiano dos times de desenvolvimento, no âmbito da Diretoria de Desenvolvimento do Serpro, o tema da Gestão de Riscos, para além da bolha gerencial.

O time Cultura DIDES, responsável pelo apoio à cultura organizacional da diretoria, promoveu essa campanha de mídia, no formato de uma série de animação, cuja ação se dava em conversas de Whatsapp, em episódios curtos, de 3 a 4 minutos, que refletem o dia a dia de um time de desenvolvimento se engajando no tema.

Usando a suíte corporativa de comunicação como repositório, concentramos informações e documentos neste hub de conhecimento, facilitando o consumo rápido e imersão gradual no tema.

Apesar de não sermos um time de software, usamos a metodologia ágil nesse projeto, pela sua característica de entregas constantes, abordagem que viabilizou a execução desse trabalho.

Ao final, mais que atender aos objetivos iniciais, foi possível criar um novo espaço de comunicação que engajou uma parcela significativa dos cerca de 2000 funcionários da Diretoria, e além, chamou a atenção da estrutura corporativa responsável pela manutenção de toda a metodologia de Gestão de Riscos no Serpro.

Desenvolvendo comportamentos através de Rubricas Formativas

A gestão por KPI se mostra insuficiente para atingimento dos padrões exigidos para crescimento do negócio. É preciso acompanhar também os comportamentos que influem nos resultados (KBI) buscando potencializar os fatores de sucesso. Mas, como definir e acompanhar o desenvolvimento dessas habilidades, tão importantes quanto difusas?
Uma resposta vem de um instrumento da pedagogia criado para orientar e avaliar comportamentos em atividades de aprendizagem ativa: iniciativa, comunicação, p.ex. Estabeleceu-se esse mecanismo de construção de critérios em escala crescente de qualidade para descrever atributos específicos de desempenho em atividades abertas: a rubrica.
Esta é o centro de um método que traz total compatibilidade com a cultura da agilidade. A noção de qualidade é um construto social e portanto esses critérios de qualidade devem emergir do grupo onde se pretende aplicá-los. Esse vínculo é que empodera e dá ímpeto à autorregulação do processo, onde através de feedback constante e reforço visual busca-se o atingimento mais próximo do total do aproveitamento no aprendizado, principalmente dessas chamadas soft skills.
É este método que será apresentado nesta palestra.

Controle Remoto: Escalando Cultura e Agilidade no Governo Digital

O Serpro enfrentou, a partir de janeiro de 2024, o desafio de acolher, remotamente, quase mil novos empregados cooncursados. Esta palestra apresenta o case do "Programa de Apadrinhamento", que transformou o embarque destes empregados em uma "infraestrutura social digital".
A metodologia aplica conceitos de sistemas distribuídos à gestão de pessoas: em vez de controle centralizado, criou-se um ecossistema de colaboração e informação.
O modelo opera como um "controle remoto inteligente", onde a coordenação atua baseada em dados e sinais, garantindo autonomia e acolhimento, sendo acionada somente em caso concreto que demande apoio.
O resultado é uma gestão ágil para iniciativas massivas que combinem: grande quantidade de envolvidos, grande volume de informações e pouca margem a erro, com interferência mínima e máxima observabilidade.

Construção do Guia de Cultura Ágil do Serpro

Em 2024 o Serpro iniciou um processo de definição dos seus nove valores estratégicos declarados, com a finalidade de definir um Guia de Cultura que aponte quais comportamentos são alinhados a esses valores.
Na agilidade os valores e princípios estão acima dos processos. Em um contexto de incerteza e volatilidade, valores forjam a liga que dá unidade à organização.
Porém, os valores estratégicos são quase sempre definidos em termos de aspirações, e não de comportamentos que podem ser disseminados e verificados. Some a esse desafio, a escala de uma organização com mais de 7000 empregados espalhados em 11 regionais pelo país, em home office.
Envolvendo técnicas de Design Thinking e Método Deplhi, foram realizados 9 workshops, (8h cada), para detalhar, a cada valor estratégico: o que é, por que é importante, quais atitudes habilitam ou sabotam esse valor, e quais práticas institucionais o apoiam.
Após a definição dos comportamentos, todos os empregados foram convidados a definir quais devem ser priorizados para trato, até como estratégia de entrada do tema na organização.
Essa palestra descreve o método, o caminho e os resultados alcançados, com feedback motivador dos participantes.

Roberto Slomka

Analista de Sistemas da Divisão de Clima e Cultura Organizacional no Serpro

Salvador, Brazil

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